Você deu a vida por eles. Mas onde ficou a sua? A maternidade é, frequentemente, pintada como um conto de sacrifícios onde a mulher que existia antes dos filhos precisa desaparecer.
Mãe, Mas Ainda Eu surge como um abraço reconfortante e um manifesto corajoso para as mulheres que amam profundamente suas famílias, mas que sentem saudade de si mesmas. Quando foi a última vez que você fez algo puramente para você, sem pensar nas necessidades de outra pessoa ou sentir aquela culpa invisível esmagando seu peito?
Através de uma escrita sensível e libertadora, este livro prova que a maternidade não precisa ser um atestado de óbito da sua individualidade. Você não é uma mãe pior por ter seus próprios desejos; pelo contrário, você se torna a melhor versão de si mesma quando ousa, finalmente, sentir-se viva.
A voz por trás de reflexões profundas sobre desenvolvimento humano e dores silenciosas da feminilidade contemporânea. Liz Andrade não escreve o que você quer ouvir, mas o que você precisa ler para se curar. Suas obras são espelhos onde as leitoras finalmente se enxergam com compaixão.
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